Os Moravianos foram os primeiros Protestantes a colocarem em prática a idéia de que a evangelização dos perdidos é dever de toda a igreja, e não somente de uma sociedade ou de alguns indivíduos, eles criam que as missões são responsabilidade de toda a igreja local.
Paul Pierson, missiólogo, escreveu: “Os Moravianos se envolveram com o mundo de missões como uma igreja, isto é, toda a igreja se tornou uma sociedade missionária”. Devido ao seu profundo envolvimento, esse pequeno grupo ofereceu mais da metade dos missionários Protestantes que deixaram a Europa em todo o século XVIII.
Paul Pierson, missiólogo, escreveu: “Os Moravianos se envolveram com o mundo de missões como uma igreja, isto é, toda a igreja se tornou uma sociedade missionária”. Devido ao seu profundo envolvimento, esse pequeno grupo ofereceu mais da metade dos missionários Protestantes que deixaram a Europa em todo o século XVIII.
Devido os Moravianos terem sido pessoas sofredoras, podiam facilmente se identificar com aqueles que sofriam. Eles acreditavam ser o Espírito Santo o “Missionário” primário, aconselhavam seus missionários a “procurarem as primícias. Procurarem aquelas pessoas que o Espírito Santo já havia preparado, e trazer-lhes as boas novas”; eles colocavam o crescimento do reino de Cristo acima de uma denominação. A obra missionária Moraviana era regada de oração.
Em Herrnhut Alemanha (1727) , ocorreu um grande avivamento, os Moravianos começaram uma vigília de virada de relógio, 24h por dia, 7 d. por semana, 365 d. por ano.
Durante esse período dois jovens Moravianos, de 20 anos ouviram sobre uma ilha no Leste da Índia cujo dono era um Britânico agricultor e ateu, este tinha tomado das florestas da África mais de 2mil pessoas e feito delas seus escravos, essas pessoas iriam viver e morrer sem nunca ouvirem falar de Cristo.
Esses jovens fizeram contato com o dono da ilha e perguntaram se poderiam ir para lá como missionários, a resposta do dono foi imediata: “Nenhum pregador e nenhum clérigo chegaria a essa ilha para falar sobre essa coisa sem sentido". Então eles voltaram a orar e fizeram uma nova proposta: "E se fossemos a sua ilha como seus escravos para sempre?", o homem disse que aceitaria, mas não pagaria nem mesmo o transporte deles. Então os jovens usaram o valor de sua própria venda pelo custo de sua viagem.No dia que estavam no porto se despedindo do grupo de oração e de suas famílias o choro de todos era intenso, pois sabiam que nunca mais veriam aqueles irmãos tão queridos, quando o navio tomou certa distância eles dois se abraçaram e gritaram suas últimas palavras que foram ouvidas:
"QUE O CORDEIRO QUE FOI IMOLADO RECEBA A RECOMPENSA DO SEU SOFRIMENTO".
Mas o que a história desses jovens Moravianos mostra para nós é que houve algo mais na vida deles: um profundo e intenso clamor nos seus corações por Deus, e depois, conseqüentemente, um clamor por aquilo que Deus ama: os perdidos. É o clamor, é o coração que faz toda a diferença, não em si o que fazemos.
> Fico pensando, qual a motivação que levou estes jovens a tomarem esta inciativa. E só consigo chegar a uma conclusão. A única motivação para abrir mão de sua própria vida para que outros possam conhecer aquele que te deu a vida é: O AMOR DE DEUS. O amor que conquista o nosso coração, que quebra nossas razões e opniões, que nos esvazia de nós mesmos.. é este amor. Sabendo que só Ele liberta, que Ele transforma, que Ele é o único caminho para vida será que ainda conseguimos nos calar? O que existe dentro de nossos corações? um profundo e intenso clamor, clamor pelos perdidos? Quero que esse clamor cresça em meu coração e como eu preciso que cresça. Não quero me conter, me calar, quero anunciar a única esperança, a salvação, mesmo que custe a minha vida (sonhos, planos, razões/opniões, vicios, pecados) porque se já não sou eu quem vivo, mas Ele em mim, está atitude é apenas o resultado de minhas escolhas.Só Ele liberta da escravidão! :)
Que Ele tome o lugar dEle em nossas vidas..
Que o Cordeiro receba através de nossas vidas a recompensa pelo seu sofrimento!
História:



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